Ascendance de Stella AUREJAC, mise en ligne la première fois le 1er juillet 1996. Cette généalogie familiale de plus de 45.000 ancêtres comporte maintenant plus de 55.000 noms et plus de 13.000 patronymes au 31/10/2013.
Vous pourrez y retrouver entre autres : Michel de MONTAIGNE, Etienne de la BOETIE, Pierre de RONSARD, Joachim du BELLAY, Jean-Baptiste POQUELIN dit MOLIERE, Charles de SECONDAT baron de MONTESQUIEU, Honoré de BALZAC, Victor HUGO, Henri de TOULOUSE-LAUTREC, Maurice BARRES, Henry de MONTHERLANT, Marguerite YOURCENAR & Jean d'ORMESSON.
UN GRAND MERCI à tous ceux qui ont la gentillesse de nous faire part de corrections ou d'additions.


Sosa : 1 147 759 247 488
Duc de Cantabrie

  • Né vers 660
  • Tué le 19 juillet 711 - Guadalete ESPAGNE , à l’âge de peut-être 51 ans

 Union(s) et enfant(s)

 Notes

Notes individuelles

Tué à la bataille de Guadalete où les Arabes écrasèrent et tuèrent Rodrige le dernier roi wisigoth (M.Rérolle).
Como salienta LMV de São-Payo, os investigadores modernos não se atrevem a adivinhar a origem longínqua dessa desse orgulhosa linhagem, ciosa da sua independência face às monarquias que a rodeavam, da Francia, das Astúrias e de Córdova, e consideram que foi seu tronco Lopo, duque da Gasconha, que em 769 se submeteu a Carlos Magno, mas que não se livra da suspeita de ter organizado a emboscada do desfiladeiro de Roncesvales, em que foi aniquilada a retaguarda do exército franco, quando este regressava da sua primeira expedição na Península (15.8.778).
Ainda em meados do séc. XIX, historiadores e genealogistas não duvidavam de que esse Lopo era filho de Gaifer (745, +768), neto de Hunaldo (735-45, +756), bisneto de Eudo (735), que tinham governado o ducado da Aquitânia, defendendo tenazmente a sua autonomia contra a dinastia carolíngia; e esse Eudo, em muitos documentos intitulado rei, também combatera com incansável energia os sarracenos, derrotando-os (721) na batalha de Toulouse (a primeira derrota que eles sofreram na Europa), e, onze anos mais tarde, vencido por eles, apelando para o seu inimigo Carlos, o mordomo do Palácio e duque dos Francos, que ao esmagá-los próximo de Poitiers (25.10.732), ganhou o cognome de “Martelo”. Pois esse Eudo era tido como neto de Cariberto II rei da Aquitânia, irmão do grande Dagoberto; portanto com varonia merovíngia, que transmitiria à sua descendência.
Este riquíssimo esquema histórico-genealógico vem descrito em pormenor – caso único – num diploma emitido em 845 pelo rei Carlos o Calvo a favor do mosteiro de Alaon, e arquivado no respectivo cartório. Mas já a nova edição da «Histoire Génerale du Languedoc», de 1872, referia como coisa assente que a chamada “carta de Alaon” era uma falsificação fabricada no princípio do séc. XVII, provavelmente para enaltecer as gloriosas dinastias pirenaicas que, tendo origem merovíngia, seriam mais antigas que a capetíngia. Na verdade, grande número das personagens nela citados não consta de documentos autênticos, além de que é impossível estabelecer uma cronologia minimamente compatível com o desenvolvimento das gerações, sendo fortemente de estranhar que os nomes gloriosos dos duques nacionais, Eudo, Hunaldo e Gaifer nunca voltassem a ser usados pelos seus alegados descendentes.
Desde o século XIX mantém-se portanto misteriosa a origem do ilustre Eudo, que poderia ser filho aquele Lopo que se revoltou contra os Francos (671), se apoderou de Limoges e se faz proclamar duque, e mesmo rei, da Aquitânia, e se aliou ao duque Paulo que levantara a vizinha Septimânia contra o rei Vamba, e se apoiou nos Vascos, a cuja nação devia pertencer. Mas o rei Vamba esmagou esses temíveis guerreiros, e perto de Béziers, na Gália visigótica, pôs em fuga (675) o próprio Lopo, que viria a socorrer Paulo. Dele não se tem mais notícia depois de 676. A sua carreira prefigura tão bem a de Eudo e as sua pretensões a reinar como soberano na região entre Loire e Pirinéus, que é de facto possível que ele fosse seu filho ou genro, o que de resto está muito de acordo com a cronologia.
Mas D. José Manuel Trelles e outros autores espanhóis do séc. XVIII dizem que Eudo era filho de Andeca, que se intitulou duque da Cantábria, e de Memorana dos Francos, alegada filha de Lotário. Sobre esta Memorana não há notícia documental.
Andeca, morto na batalha de Guadalete (711), seria filho (ou neto) de Lopo VII (ou VIII), duque das Astúrias e da Cantábria, descendente de uma longa série de soberanos destes territórios, onde dominavam os antropónimos Lopo e Zénon, estirpe a que deviam pertencer todos os indivíduos de nome Lopo que se documentam na alta Idade Média. Lopo (769, 778), príncipe dos Vascos, que foi reconhecido por Carlos Magno como duque da Gasconha (Vasconia, ao norte dos Pirinéus) seria assim filho de outro Lopo, príncipe dos Vascos, e neto de Andeca, que se intitulou duque da Cantábria.
O Lopo duque da Casconha não aparece com patronímico, ao contrário do que acontece com a sua descendência, como seu filho Sancio Lupi e seus netos Asnar Sancionis e Sancio Sancionis. O que indica que seu pai tinha o mesmo “praenomen” e ele seria Lopo Lopes (Lupo Lupi), pois no ocidente da Península o patronímico era frequentemente omitido naquele cujo pai tinha o mesmo “praenomen”.
De Lopo duque da Casconha e príncipe dos Vascos foram filhos Munia, casada com Froila I das Astúrias, Aldarico Lopes, duque da Gasconha (787) e conde de Fezensac, Centulo Lopes, + em 787, Sancho Lopes, duque da Gasconha e príncipe dos Vascos, + em 816, e Garcia Lopes, conde de Dax, + em 816.
Sancho Lopes é o “Wascorum Princeps” que Renée Mussot Goulard identifica como «o melhor cavaleiro de Pamplona», morto na batalha de Oron.
Garcia Lopes possuía autoridade directa sobre o Alava, pois é tradição, transmitida desde o séc. XI em cartulários de vários mosteiros de entre Garona e Pirinéus, que mais tarde os Vascos tinham chamado Sancho “Mittara”, filho segundo do cônsul de Castela. Ora, é certo que “Mittara” se identifica com Sancho Sanches, filho do príncipe Sancho Lopes, muito embora Salazar y Castro e outros autores do séc. XVIII, refiram D. Sancho “Mittara”, conde da Vasconia citerior (que confunde com Sancho Lopes), com filho de D. Rodrigo Froilaz, conde de Castela, que os autores modernos, contra os antigos, não incluem na prole de D. Froila ou Fruela, irmão de Alfonso I. Na verdade, esse D. Rodrigo é pura imaginação e Castela ainda não existia. O seu núcleo chamava-se então Bardúlia, que confinava como o Alava, e que, mal integrada no estado asturiano, era defendida contra os árabes precisamente pelos Vascos, decerto orientados pelos seus príncipes, e que se foram infiltrando na região. Foi aliás da fusão dos hispano-godos com os Vascos que se foi constituindo a Castela, cujo nome só aparece em meados do séc. IX.
Os príncipes dos Vascos não deixaram, ao norte dos Pirinéus, de ser vassalos dos soberanos francos. Sancho Lopes, decerto como refém, fora levado muito jovem, em 769, e criado no palácio real. Em 801 tomava assento no Conselho do rei Luís da Aquitânia. Sancho Lopes casou com uma irmã de Asnar Galindes, conde de Aragão. Como invoca Mussot-Goulard, seguindo K.F. Werner, «o nome é propriedade de quem o usa e de sua família», e Sancho Lopes chamou Asnar ao seu filho primogénito.
Este Asnar era ainda novo quando o pai morreu, pelo que os Vascos elegeram como duque Garcia Ximenes, seu primo, duro serrano de Bigorre, a quem os textos francos chamam Garcimuci ou Garsimir (de Garcia+emir), que foi morto em 818 em combate contra a autoridade carolíngia. Sucedeu-lhe Lopo Centules, filho de Centulo Lopes (irmão de Sancho Lopes), derrotado no ano seguinte (819) numa batalha em que morreu seu irmão Garcent (Garcia Centules) e exilado. Sucedeu então Asnar Sanches, o filho de Sancho Lopes, que se manteve fiel ao imperador Luís. Por sua morte tomou o poder seu irmão Sancho Sanches “Mittara”.

 Sources

  • Personne: Manuel Abranches de Soveral in base Daniel de Rauglaudre

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