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Jouir content et paisiblement de la fortune de nos ancêtres estbon mais "nescire proavum, turpe est".

Cet arbre croît et est corrigé paulatim, il ne sauraitêtre parfait ou définitif. Encore que toute famille existe à lalumière de tous, sa fin est avant tout au bénéfice de celle de sonauteur, lequel toutefois est content que puisse en prendreconnaissance tout un chacun. Si des sources y sont notées, il n'estpas une source en soi, á défaut elles sont disponiblesailleurs.


Sosa :3,256,416
  • Born in 1245 - Évora, Portugal
  • Deceased - Portugal

 Parents

 Spouses and children

 Siblings

 Notes

Individual Note

João Annes Pestana, o Novo Nascimento: ~ 1200 Origem: Portugal Nasceu por volta de 1200, em Portugal. Filho de João Annes Pestana, o Filho, e de [...]. Casou-se com MARIA AFFONSO DE PARADA, filha de João Affonso de Parada e de [...]. Foi pai de cinco filhos e uma filha: 1.1. Gonçalo Annes Pestana, casado com Maria Seca. 1.2. MartimAnnes Pestana, casado com Constança Soares, filha de Soeiro [...] e de [...]. 1.3. Affonso Annes Pestana, casado com Leonor Martins, filha de Martim Gonçalves Dardarei e de [...].. 1.4.DONA ELVIRA ANNES PESTANA, casada com PEDRO PIRES DE OLIVEIRA. 1.5. Gil Vaz Pestana, casado com Dona Alda Vicente. Gil foi Alferes-mor de Évora. 1.6. Álvaro Vaz Pestana, casado com Inês da Silveira

JOÃO ANNES PESTANA é o primeiro de quem se pode, segundo sei, continuar esta família viveu em Évora no princípio do Reinado de D. Afonso, sabe-se que era descendente dos conquistadores e povoadores daquela cidade, e de D. João Pestana, Fidalgo antigo, que dizem se achou no Cerco de Coimbra com El Rei D. Fernando o Magno, e ali foi Armado Cavaleiro com o cidadão Rui Dias, não temos notícias por agora para os prender nestes; teve de Joana Annes: Domingos Annes Pestana, Joane Annes Pestana. Vamos ver o que poderemos conseguir extrair destes excertos. Ambos apresentam aquele João Anes ou Eanes Pestana como o primeiro do nome, residente em Évora, e com descendência conhecida. Na obra de Alão de Moraes é dito ter o mesmo João vivido no reinado de D. Afonso III, enquanto Felgueiras Gayo deixa apenas um “D. Afonso”, sem explicitar de qual dos monarcas de nome Afonso se trataria. Ora, como veremos adiante, em 1215, que curiosamente é reinado de D. Afonso II, encontramos um freire de Évora, Pero Mendes Pestana, a ser testemunha de um documento, com outros cavaleiros e com o Mestre da Freiria de Évora. Para ser testemunha naquele documento aquele cavaleiro, terá nascido, pelo menos, cerca de 1190, senão um pouco antes. Assim, haveria membros daquela família na cidade desde bastante antes do reinado de Afonso III, pelo que poderemos entender que se tratará efectivamente de D. Afonso II, sendo o numeral omitido no Gayo; e um “2º.” mal escrito entendido como “3º.”, no Alão de Moraes. Fel gueiras Gayo diz também que o mesmo João era descendente “ dos conquistadores e povoadores daquela cidade ” e também d e um “ D. João Pestana ” , que participara no cerco e na conquista de Coimbra de 1064, e fora companheiro de armas do próprio Cid, Rui Díaz de Bivar. E que posterior e conjuntamente, João Pestana e o mesmo Rui Díaz de Bivar “El Cid ” , teriam sido ambos armados cavaleiros em Coimbra, pelo próprio Rei Fernando I de Leão e Castela. Ambos os genealogistas, Alão e Gayo, são concordes no relativoa esta origem familiar que envolveria, de forma clara e assumidamente prestigiante, a um «irmão d’armas» do Cid , com quem teria sido armado cavaleiro na ressaca da conquistade Coimbra. Nota-se, no entanto, em Felgueiras Gayo, a procura de um certo compromisso entre as duas tradições: uma, idêntica à que Alão de Moraes recolheu; e uma outra, onde parece fazer-se uma certa recuperação de uma origem, se não autêntica ao menos mais plausível, daquela família, a qual remontaria, afinal, aos guerreiros que conquistaram Évora, ou eventualmente ao chefe desses homens de armas, Geraldo Geraldes, “o Sem Pavor” *. Embora naquela mesma passagem seja dito, genericamente, que os Pestana descendiam dos conquistadores de Évora, sem, no entanto, individualizar nenhum. Parece procurar-se apagar a memória de Geraldo, não o nomeando, não, obviamente, pela conquista de Évora, mas, pelo facto posterior de o mesmo chefe militar se ter passado ao outro lado, a combater pelos muçulmanos contra os cristãos. As visões historiográficas posteriores a isso terão obrigado, ao correr de um véu de silêncio, como anátema, como castigo 8 . Apesar de tudo, constatámos a existência de indivíduos ostentando o nome “Pestana”, possível alcunha transformada em nome de família, na mesma cidade de Évora, já desde finais do século XII. Apesar de encontrarmos membros da família Pestana com cargos em Évora desde o início da terceira década do século XIII 9 , o documento mais antigo conhecido até hojeque identifica um membro daquela família é um documento anterior aqueles, mais exactamente de 1215, em que intervêm vários milites Ebora , cavaleiros da Freiria de Évora, os quais junto com o seu Mestre, servem de testemunhas num acto documentado. Assim entre aqueles cavaleiros constata-se a presença de um Petrus Mendiz Pestana (Pero Mendes Pestana) 10 . Ou seja, um cavaleiro possivelmente nascido, no mínimo, por volta de 1190 e que poderia ser, facilmente, neto de um conquistador de Évora, o Geraldo ou um outro qualquer. (Antonio Rei - Investigador Integrado do IEM /FCSH – Univ. Nova de Lisboa)

  Photos and archival records

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 Family Tree Preview

Martim Mendes da Costa 1180- ? ?  
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João Annes "O Velho" Pestana 1210- Joana Annes ? 1220-
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João Annes "O Novo" Pestana 1245-