• Né le 17 décembre 1884 - Limeira, São Paulo, Brésil
  • Décédé le 22 janvier 1957 - Limeira, São Paulo, Brésil,à l'âge de 72 ans
  • Banquier, gérant banque Levy & irmao, Pionnier de la culture des agrumes Fazenda Itapema, Fabrique d'allumettes Radium

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A Fazenda Itapema foi fundada em 1860 pelo Coronel Sebastião de Barros Silva que, numa iniciativa idealista e contando com mão-de-obra escrava, desbravou um parte da nativa Mata Atlântica, introduzindo aí a cultura do café. Para tanto, foram construídas a sede, os galpões, a senzala e os terreiros que são, em grande parte, conservados até os dias de hoje.

Meados do século 19 – A pequena Limeira, próspera e já com destino marcado para ser grande um dia, iniciava com a divisão de suas terras entre herdeiros, a construção da sua grandeza. Nasciam das sesmarias as novas fazendas – era a divisão trazendo a multiplicação. Dividiam-se as propriedades e multiplicava-se o valor da produção. De uma dessas divisões nasceu a Itapema em 1860. Fruto da tenacidade e da vontade férrea de Sebastião de Barros Silva e de sua mulher, Dona Gertrudes Alves Branco, netos do Barão de Campinas, começou a tomar forma a mataria virgem, prenunciando o aparecimento de uma magnífica fazenda.

Negros brilhando pelo suor escorrendo pelos dorsos nus, ofegantes pelo esforço dispendido em cada machadada, iam brandindo suas ferramentas e fazendo o eco da cada batida ir de grotão em grotão anunciando a chegada do progresso e da civilização. Após a derrubada vieram as plantações e as construções. Casa da sede, terrenos, tulhas e máquinas para benefício que iriam secar e trabalhar o café que já estava sendo plantado. E não faltando naturalmente a senzala impulsionadora de todo esse progresso ! Vieram as colheitas e com elas também o lucro. Patrões e donos justos e bons receberam eles a recompensa pelo seu trabalho eficiente e honesto.

Patriarca já de uma grande família teve o Cap. Sebastião o desejo e a franqueza de tantos outros fazendeiros de café – Construção de uma casa na cidade! A sede da Itapema na Limeira, freguesia de Nossa Senhora das Dores – nos sonhos da senhora e das filhas dos Capitão – deveria ser linda, grande, rica e naturalmente edificada em local vistoso e nobre. Para ser completa, essa aspiração deveria ser realizada ao lado de um monumento cristão erigido por um ancestral o avô Barão de Campinas. Seria no Largo da Boa Morte. Assim das janelas do palacete poderiam comodamente persignar-se frente as torres da Igreja que lhes pareciam um pouco suas por direito de herança.

Do sonho para a realidade foi um salto; vieram os entendidos, fez-se o "risco" e iniciou-se a construção. Mármore de Carrara,calhas de cobre e tudo o mais de bom e do melhor. Porões amplos e habitáveis para moradia da criadagem e cocheira para abrigar as carruagens. Ao lado magnífico jardim enobrecido pelo perfil esguio das palmeiras imperiais, tudo no melhor estilo como convinha a uma família possuidora de nada menos do que 192.000 pés de café em franca e boa produção.

Assim nasceu a sede da Itapema na Limeira do fim do século 19. Não faltaram nem as mãos hábeis do primo Civatti – entalhador dos enfeites da Boa Morte – para fazerem os florões que adornam o forro dos salões do palacete.

Queria o clã da Itapema que essa moradia fosse a melhor, a maior, a mais rica e a mais bela construção de Limeira!

E foi: Mas o foi por preço doloridamente incompatível com a posses e as reservas que possuía. A casa mais linda da cidade custou a ruína da família e como conseqüência a perda da Itapema e da sua tão sonhada sede da cidade. Mas da arrogância desse sonho ficou o palacete; Marcando umaera de gigantes empreendedores – que as vezes eram punidos por suas ambições – mas que não deixaram por isso de serem grandes!

Cem anos depois, aquilo que fora um sonho é um monumento de grandeza que ainda orgulha e envaidece a nossa Limeira!

Essa a estória do palacete do Largo da Boa Morte. Ela vem vindo de geração em geração, sempre repetida fielmente como fora narrada muitas vezes pelo escravo PEDRO HORÁCIO MAIA – esse mesmo que atravessou um século ostentando orgulhosamente sua cor "negra como a noite e sua alma branca como um lírio". Segundo se sabe ele nunca mentiu. É pois, essa mesma, a estória do sobradão!

Agora que sabemos a razão do seu nascimento, vamos tentar relembrar algumas datas e alguns acontecimentos que enfeitaram a sua plácida útil e bonita existência até hoje:

  • 1881 – Ano da sua inauguração
  • 1886 – Visita do Imperador Pedro II e Imperatriz Tereza Cristina
  • 1903 – Provável transferência de direitos pela viúva do Capitão Sebastião à firma J. Levy & Irmão.
  • 1915 – Com a dissolução da firma J. Levy& irmão passou para a propriedade do Cel. José Levy.
  • 1923 – Dia 15 de Janeiro. 60.º aniversário da veneranda D. Cândida Virgínia, viúva do Cel. Flamínio Ferreira de Camargo, foi lhe oferecida pelos seus descendentes, nos salões do palacete, uma das mais lindas festas até então acontecidas em Limeira.
  • 1927 – Dando vazão ao acendrado amor pela música fundou o Dr. Martinho Levy às suas expensas o Conservatório Musical Carlos Gomes que funcionou no palacete. Lá também conseguiu ele com sua simpatia e seu magnetismo pessoal, juntar figuras ilustres da nossa sociedade que com muito brilho formaram a orquestra Sinfônica de Limeira. Foi nessa fase que os limeirenses tiveram a felicidade de assistir a grandes concertos e magníficas exibições de expoentes da música brasileira.
  • 1933 – Por muitos anos foi cedido para residência do notável tribuno limeirense Dr. Odécio Bueno de Camargo.
  • 1937 – Dia 18 de setembro, - entrega da Carta Constitucional ao Rotary Club de Limeira - a reunião foi realizada na casa do Dr. Odécio Bueno de Camargo, Presidente do primeiro Rotary limeirense.
  • 1939 – Por orientação a vontade do Dr. Huberto Levy a família proprietária do imóvel fez doação do mesmo à Santa Casa de Misericórdia de Limeira.
  • 1944 – Por ocasião da entrega do Colégio Santo Antônio, para o Estado onde seria instalado o Ginásio e Escola Normal Castello Branco, o Colégio Santo Antônio ficou provisoriamente instalado no Palacete.
  • 1945 – A Santa Casa põe o imóvel à venda, que em concorrência é adquirida pela firma Industria de " Machina Zaccaria" S/A.
  • 1977 – À Industria de "Machina Zaccaria" S/A vende o imóvel à Oliveira & Camargo.
  • 1990 – É feita desapropriação amigável pela Prefeitura Municipal de Limeira.

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Na secunda metade do século XIX, a Fazenda Ibicaba, próxima à Fazenda Itapema e pioneira na cultura do café na região, pertencia ao Senador Vergueiro que, numa atitude inovadora, começou a substituir a mão-de-obra escrava pela de imigrantes em 1846.

Foi assim que, em 1857, entre os imigrantes alemães, ali chegaram os irmãos José e Simão Levy. Em 1871, estabeleceram-se em Limeira como comerciantes e fundaram a Casa Bancária Levy & Irmão. No início da década de 1900, receberam a Fazenda Itapema como quitação de uma dívida que Sebastião de Barros Silva mantinha com a Casa Bancária.

Major José Levy Sobrinho, filho de Simão, juntamente com sua família, passam a residir na sede da fazenda Itapema. No auge do ciclo do café, tornaram-se grandes exportadores, através do porto de Santos.

Com a crise mundial de 1929, o Major Levy substituiua lavoura do café pela do algodão.

Na década de 40 passa para o ciclo da cana-de-açúcar e, conseqüentemente, a produzir aguardente.

Nos anos 50, iniciou o armazenamento de uma reserva para envelhecimento natural em tonéis de madeira, lançando, assim, um produto especial, denominado Canita. Essa reserva permanece conservada em seus tonéis originais e, atualmente, é comercializada com o nome de Itapema.

Ainda hoje as terras são cultivadas com a plantação de cana-de-açúcar, pelos descendentes do Major José Levy Sobrinho.

MAJOR JOSÉ LEVY SOBRINHO

Um Limeirense dedicado à sua terra, comerciante, industrial, pioneiro da citricultura e sericultura, chefe político, homem público de destaque, de nobres atos e real participação na vida da nossa cidade.

Nasceu em Limeira em 17 de dezembro de 1884, filho mais velho de Simão e Ana Levy. Fez seus estudos em Petrópolis e em Poços de Caldas, seguindo para a Alemanha onde completou curso de comércio. Regressou para Limeira, assumindo a gerência da Casa Bancária Levy & Irmãos.

Começou na política aos 21 anos como vereador. Foi Presidente da Câmara, Vice-Prefeito de 1908 a 1910 e Prefeito Municipal de 1910 a 1913. Nessa gestão trouxe até Limeira a água de Cascalho que abasteceu a cidade durante 40 anos. Foi presidente do Diretório Municipal do partido Republicano Paulista, Juiz de Paz e suplente de delegado.

Casou-se em 1912 com Ana Carolina de Barros (filha do Capitão Manoel de Toledo Barros e bisneta do Barão de Campinas) tiveram os filhos Manoel Simão e Levy José de Barros Levy.

Durante 40 anos residiu e dirigiu a sua propriedade, a Fazenda Itapema. Pioneiro da Citricultura Paulista, em 1908 mandou vir de fora 2 exemplares da laranjeira Bahia Cabula e foi com as borbulhas destas plantas que ele constituiu um pomar de 17.000 árvores na sua famosa chácara Bahiana. Foi desse pomar as primeiras laranjas exportadas para a Europa em 1926, por iniciativa de seu irmão João Carlos Baptista Levy associado a João Dierberger Júnior. Contribuindo para o fomento da sericicultura, plantou campos de amoreiras na Fazenda Itapema, onde teve uma grande criação de bicho-da-seda.

Foi sócio de uma das primeiras fábricas de enxadas, em Jundiaí; explorou uma jazida de mica, em Paraibuna; era sócio da Fabrica de Phosphoros Radium; da Fabrica de Pregos e da serraria de J.Levy & Irmãos; montou em Limeira uma fiação de seda; e teve a Fioseda, indústria de torção de fios, em Cordeirópolis – SP.

Na revolução de 1932 foi chefe do M.M.D.C. e organizador do Batalhão Limeirense. A convite de Pedro de Toledo foi nomeado presidente da Comissão de Produção Agrícola do Estado. Novamente Prefeito Municipal, de maio de 1938 a abril de 1939, deixou o cargo para assumir como Secretario da Agricultura, Indústria e Comércio no governo do Interventor ADHEMAR DE BARROS até maio de 1941. Nessas funções além de estabelecer bases mais seguras de proteção à laranja e de mandar equipar a Casa da Laranja de Limeira com uma estação piloto para produção de suco concentrado, incentivou o plantio de milho hídrico e apoiou o programa de abertura de poços artesianos como meio de abastecimento público de água. Também forneceu meio para que o I.P.T. montasse uma usina de chumbo em Apiaí.

Nas suas múltiplas atividades, Major Levy foi presidente do Tiro de Guerra, Provedor da Santa Casa, Provedor da Confraria da Boa Morte, Governador do Distrito 41 de Rotary International (como sócio do Rotary Club de Limeira), vice-presidente do Partido Republicano Paulista, mentor e benemérito de várias entidades, entre elas o Aéreo Clube de Limeira, A.A. Internacional e a Rádio Educadora de Limeira.

Desde muito jovem líder indiscutível, desfrutando de uma grande circulo de amigos e seguidores, era chamado de "Major", ficando conhecido como Major Levy, título que foi dado por "sua gente". Faleceu na Fazenda Itapema em 22 de janeiro de 1957.

 

Um Limeirense dedicado à sua terra, comerciante, industrial, pioneiro da citricultura e sericultura, chefe político, homem público de destaque, de nobres atos e real participação na vida da nossa cidade.

A família LEVY chegou ao Ibicaba , junto com outros imigrantes, no ano de 1857. Era composta de Jacob Levy, natural de Bollendorf, Alemanha, nascido em 1806, sua esposa Bardette Heuman Levy nascida 1809 e cinco filhos, Antonio, Mathias, Maria, Simão e José . Jacob Levy foi colono no Ibicaba até 1871, quando saiu com um saldo de 982$133. Antonio e Mathias radicaram-se em Pirassununga, Maria casou-se e foi para Campinas. Simão e José trabalharam com os pais no Ibicaba e depois estabeleceram-se na cidade. Numa publicação de 1884 encontramos o armazém de José Levy & Simão, com selaria e açougue anexos .

Simão Levy casou-se com Ana Levy em 1884 e tiveram sete filhos: José Levy Sobrinho (1886), João Carlos Baptista (1890), Martinho (1892), Jacob Emílio (1895), Medina Lydia (1899) e Alberto Simão (1901).

José Levy casou-se em 1874 com Amália Roland e foram pais de sete filhos : Jacob Levy Neto, Lydia, Maria, Albertina, Humberto, Flamínio e Antonio José.

Era comerciante, coronel da guarda Nacional e presidente do diretório do partido Republicano Paulista.

José e Simão Levy, associados a Flamínio Ferreira de Camargo em 1889, arremataram em leilão a Fazenda Ibicaba, por 300:000$000. No ano seguinte passou a ser propriedade exclusiva dos Levy.

JOSÉ LEVY SOBRINHO nasceu em Limeira no dia 17 de dezembro de 1884, na residência dosLevy, no quarteirão em frente á atual Escola Estadual Brasil, filho mais velho de Simão e Ana Levy . Fez seus estudos em Petrópolis e em Poços de Caldas, seguindo para a Alemanha onde completou curso de comércio. Regressando para Limeira,assumiu a gerência da Casa Bancária Levy & irmão.

Começou na política aos 21 anos como vereador. Foi presidente da Câmara, Vice-prefeito de 1910 e 1913. Nessa gestão trouxe até Limeira a água do Cascalho, que abasteceu a cidade durante 40 anos.

Foi presidente do Diretório Municipal do partido Republicano Paulista, Juiz de Paz e suplente de Delegado.

Casou-se em 1912 com Ana Carolina de Barros (filha do Capitão Manoel de Toledo Barros e bisneta do Barão de Campinas) e tiveram os filhos Manoel Simão e Levy José de Barros Levy.

Durante 40 anos residiu e dirigiu a sua propriedade, a Fazenda Itapema. Pioneiro da citricultura paulista, em 1908 mandou vir de fora dois exemplares da laranja Bahia Cabula e foi com as borbulhas dessas plantas que ele constituiu um pomar 17.000 árvores na sua famosa chácara Bahiana. Foram desse pomar as primeiras laranjas exportadas para a Europa em 1926, por iniciativa de seu irmão João Carlos BaptistaLevy associado a João Dierberger Júnior.

 

Contribuindo para o fomento da sericicultura, plantou campos de amoreira na Fazenda Itapema , onde teve umagrande criação de bicho-da-seda .

Foi sócio de uma das primeiras fábricas de enxadas, em Jundiaí; explorou uma jazida de mica, em Paraibuna;era sócio da fábrica de Phosphoros Radiim, da fábrica e pregos e da serraria de J. Levy & Irmãos; montou em Limeira uma fiação de seda ; e teve a Fioseda, indústria de torção de fios, em Cordeirópolis.

Na revolução de 1932 foi chefe do M.M.D.C. e organizador do Batalhão Limeirense . A convite de Pedro deToledo foi nomeado presidente da comissão de Produção Agrícola do Estado. Novamente Prefeito Municipal, de maio de 1938 a abril de 1939, deixou o cargo para assumir como Secretário da Agricultura, indústria e Comércio no governo Interventor Adhemar de Barros até maio de 1941. Nessas funções, além de estabelecer bases mais seguras deproteção à laranja e de mandar equipar a Casa da Laranja de Limeira com uma instalação piloto para produção desuco concentrado, incentivouo plantio de milho híbrido e apoiou o programa de abertura de paços artesianos comomeio de abastecimento público de água. Também forneceu meias para que o I.P.T montasse uma usina de chumbo em Apiaí.

Nas suas múltiplas atividades, o major Levy foi presidente do tiro de Guerra, Provedor da Santa Casa, Provedor da Confraria da Boa Morte,Governador Distrital do Rotary Club, vice-presidente do Partido RepublicanoPaulista, mentor e benemérito de várias entidades, entre elas o Aero Clube de Limeira, a A.A. Internacional e a Rádio Educadora.

Desde muito jovem líder indiscutível, desfrutando de um grande círculo de amigos e seguidores, era chamadode "Major", ficando assim conhecido como o Major Levy título que lhe foi dado por "sua gente".

Faleceu na Fazenda Itapema a 22 de janeiro de 1957.

 

 Sources

  • Personne: https://www.paperblog.fr/3331327/l-atypisme-de-francois-de-grossouvre-sous-l-elysee-de-mitterrand/ - http://siave.limeira.sp.leg.br/arquivo?id=87536 - http://siave.limeira.sp.leg.br/arquivo?id=87536 - 13 FEB 2017 - Histórico da Família Levy A família Levy chegou à Fazenda lbicaba com outros imigrantes no ano de 1857. Era composta por Jacob Levy, natural de Bollendorf, Alemanha, sua esposa Barbette Heuman Levy e seus cincos filhos: Antônio, Mathias, Maria, Simão e José. Jacob Levy foi colono no lbicaba até 1871, quando saiu com um saldo de 982$133. Dos cinco filhos, Simão e José trabalharam com os pais no lbicaba e depois estabeleceram-se na cidade. Numa publicação de 1884 encontramos o armazém de José Levy&Simão com selaria e açougue anexos. Simão Levy casou-se com Ana Levy em 1884 e tiveram sete filhos: José Levy Sobrinho, Theodora, João Baptista, Martinho, Medina Lydia e Alberto Simão. José Levy casou-se com Amália Roland Levy e tiveram sete filhos: Jacob Levy Neto, Lydia, Maria, Albertina, Humberto, Flamínio e Antônio José. José e Simão Levy associados à Flamínio Ferreiro de Camargo em 1889, arremataram em leilão a fazenda lbicaba. No ano seguinte, a fazenda lbicaba passou a ser propriedade exclusiva dos Levy. Major José Levy Sobrinho Nasceu em Limeira no dia 17 de Dezembro de 1884 na residência dos Levy, no quarteirão em frente à Escola Estadual Brasil. Filho mais velho de Simão e Ana Levy, fe z seus estudos em Petrópolis e em Poços de Caldas, seguindo para Alemanha onde completou curso de Comércio. Regressou para Limeira, assumiu a gerência da Casa Bancária Levy &Irmão. Começou a carreira política aos 21 anos como vereador. Foi presidente da Câmara, vice-prefeito de 1908 a 191 O e prefeito de 191 O a 1913. Nessa gestão trouxe até Limeira a água do Cascalho que abasteceu a cidade durante 40 anos. Foi presidente do Diretório Municipal do Partido Republicano Paulista, Juiz de Paz e suplente de delegado. Casou-se em 1912 com Ana Carolina de Barros Levy e tiveram dois filhos: Manoel Simão de Barros Levy e Levy José de Barros Levy. Durante 40 anos residiu e dirigiu sua propriedade, a fazenda ltapema. Com a crise do café em 29, Major substituiu a lavoura do café pela produção de algodão. Na década de 40, passa para o ciclo da cana-de-açúcar e consequentemente, a produzir aguardente. PALÁCtO TATUIBI: Rua Pedro Zaccaría. n° 70 ·Jardim Nova ltâlia I CEP: 13484.350 I Limeira-SP 1 19 3404.7500 119 3404.7 02 www.limeira.sp.leg.br 1 contato@ a limetra.sp.leg.br 1 facebook: camaralimerra 1 twitter: camaradelimeira I you ube: camaradelimeira
    Nos anos 50, iniciou o armazenamento de uma reserva para envelhecimento natural em tonéis de madeira, lançando assim, um produto especial chamado Canita. Essa reserva continua conservada em seus tonéis originais e, atualmente, é comercializada com o nome de ltapema. Pioneiro da citricultura paulista, em 1908, mandou vir de fora dois exemplares da laranjeira Bahia Cabula e foi com as borbulhas dessas plantas que ele constituiu um pomar de 17000 árvores na sua famosa Chácara Baiana. Foram desse pomar as primeiras laranjas exportadas para Europa em iniciativa de seu irmão José Baptista associado a João Dierberger Júnior. Contribuindo para o fomento da sericicultura, plantou campos de amoreiras na fazenda onde teve uma fabricação de bicho-de-seda. Foi sócio de uma das primeiras fábricas e enxadas, em Jundiaí, explorou uma jazida de mica, em Paraibuna. Era sócio da fábrica de Phosphoros Radium, da fábrica de pregos e da serraria de José Levy& Irmãos. Montou em Limeira uma fiação de seda e teve a Fioseda, indústria de torção de fios em Cordeirópolis. Na revolução de 32, foi chefe do M.M.D.C e organizador do Batalhão Limeirense. A convite de Pedro de Toledo foi nomeado Presidente da comissão Agrícola do Estado. Foi novamente prefeito da cidade de Maio de 38 a Abril de 39, quando deixou o cargo para assumir como Secretário da Agricultura, Indústria e Comércio no governo Adhemar de Barros. Nessas funções, além de estabelecer bases mais seguras de proteção à laranja e de mandar equipar a Casa da Laranja com uma instalação piloto para produção de suco concentrado, incentivou o plantio de milho híbrido e apoiou o programa de abertura de poços artesianos como meio de abastecimento público de água. Também forneceu meios para que o I.P.T. montasse uma usina de chumbo em Apiaí. Nas suas múltiplas atividades, o Major, foi presidente do Tiro de Guerra, Provedor da Santa Casa, Provedor da Confraria da Boa Morte, Governador Distrital do Rotary Club, Vice-Presidente do Partido Republicano Paulista, mentor e benemérito de várias entidades, entre elas, o Aero Clube de Limeira, a A.A. Internacional e a Rádio Educadora. Desde muito jovem, líder indiscutível, desfrutando de um grande círculo de amigos e seguidores, era chamado de "Major", ficando assim conhecido como o Major Levy, título que lhe foi dado por "sua gente". Faleceu na fazenda ltapema em 22 de Janeiro de 57. Manoel Simão de Barros Levy e Levy José de Barros Levy PALÁCIO TATUIBI: Rua Pedro Zaccana. n° 70 ·Jardim Nova ltâlia 1 CEP: 13484.350 1 Limeira-SP 119 3404.7500 I 19 3404.7502 www.limeira.sp.leg.br 1 contato@ a limetra.sp.leg.br 1 facebook: camaralimetra 1 twitter: camaradelimeira j youtube: camaradelimeira
    Filhos de Major Levy e Ana Carolina de Barros Levy. Manoel Simão nasceu em Limeira em 21 de Abril de 1913. Casou-se com Aglae dos Santos Levy em 34 e tiveram três filhas: Therezinha Apparecida, Suzana e Ana Maria. Levy José de Barros Levy nasceu em Limeira em 5 de Novembro de 1914. Casou-se com Vera de Oliveira Levy em 42 e tiveram dois filhos: José Manoel de Oliveira Levy e José Alberto de Oliveira Levy. Com a morte de Major Levy, seus dois filhos continuaram a residir e administrar a fazenda ltapema. Não quiseram seguir carreira política, mas sempre visaram o progresso da cidade de Limeira fazendo grandes benfeitorias, como a doação da área para construção do Estádio Major José Levy Sobrinho, O Limeirão, e uma grande área para construção do Centro Educacional e Poliesportivo Sesi 408. Obras que foram inauguradas em 1976. Manoel Simão de Barros Levy faleceu em São Paulo em 23 de Setembro de 1988 e Levy de Barros Levy, faleceu em Limeira em 25 de Maio de 1995. Depois da morte de Manoel Simão, a fazenda ltapema foi arrendada para a Usina São João da cidade de Araras, São Paulo, por vários anos. Hoje, uma grande parte da fazenda ltapema é um condomínio residencial de alto padrão, idealizado por descendentes de Major Levy: seu neto, José Manoel de Oliveira Levy e seu bisneto, José Emanuel Levy Rocco. Atualmente, residem em Limeira os cinco netos de Major Levy: Therezinha Apparecida Levy Rocco, Suzana Levy , Ana Maria Levy, José Manoel de Oliveira Levy e José Alberto de Oliveira Levy. Major Levy deixa também nove bisnetos e cinco tataranetos. Limeira, 13 de Fevereiro de 2017. Escrito por: Marisa Levy Junqueira Villela

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 Aperçu de l'arbre

Jacob LEVY 1806-1871 Babette Rosette HAYMANN 1809-  
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Simão Isaak LEVY 1848-1914 Ana SOBRINHO QUINTAS 1864-1941
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José SOBRINHO LEVY 1884-1957



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