(António de Almeida Portugal Soares Alarcão Melo Castro Ataíde Eça Mascarenhas Silva e Lencastre 5º marquês de Lavradio)(António 8.º conde de Avintes)


  • Born February 11, 1794 - Torres Vedras, Dois Portos, Quinta de Nossa Senhora da Conceição
  • Deceased December 27, 1875 - Torres Vedras, São Pedro de Dois Portos, Quinta de Nossa Senhora da Conceição,aged 81 years old

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Individual Note

D. António de Almeida Portugal (Soares Alarcão Melo Castro Ataíde Eça Mascarenhas Silva e Lencastre,) 8.º conde de Avintes e 5.º marquês do Lavradio
Comendador da ordem da Torre e Espada, cavaleiro da de Malta e do Santo Sepulcro, etc. N. em 11 de Fevereiro de 1794, fal. a 15 de Setembro de 1874. Era 7.° filho do 3 ° marquês do Lavradio e 6.º conde de Avintes, D. António Máximo de Almeida Portugal e de sua mulher, D. Ana Teles.
Passando ao Brasil com a família real em 1807, ali casou em 13 de Fevereiro de 1814 com D. Maria Rosa de Menezes da Silveira e Castro, sua prima, filha dos 1.os marqueses de Valada: D. Francisco de Menezes da Silveira e Castro e D. Ana Teresa de Almeida, filha dos 2.os marqueses do Lavradio.
Foi veador da princesa D. Maria Benedita, e quando regressou ao reino, teve a nomeação de ajudante de campo do infante D. Miguel com honras de capitão.
Nas cortes convocadas pelo referido infante, foi eleito procurador por Torres Vedras, e pronunciou um discurso, que saiu impresso num folheto à parte.
No mesmo ano de 1828 foi nomeado embaixador para Roma, lugar que exerceu até à convenção de Évora Monte, em 1834.
Acérrimo partidário absolutista, D. Miguel lhe confirmou o título de marquês do Lavradio com honras de parente, que já, lhe pertencia, pela morte de seu irmão mais velho D. Luís de Almeida, e fora o 4.° marquês.
Seu irmão D. Francisco de Almeida, que seguia ardentemente o partido constitucional, foi feito conde do mesmo título pela rainha D. Maria II (V. adiante 2.º conde, D. Francisco de Almeida).
O marquês do Lavradio escreveu artigos sobre diversos assuntos no jornal político A Nação, e colaborou em jornais religiosos, como a Missão Portuguesa, etc. Escreveu mais: Discurso repetido pelo Marquez do Lavradio, D. Antonio, Procurador eleito pelos povos de Torres Vedras, na primeira conferencia que o braço do povo celebrou em S. Francisco da Cidade, Lisboa, 1828; História abreviada das Sociedades secretas, Lisboa, 1954; é na maior parte extraído do que escreveu Barruel nas Memórias para a história do Jacobinismo; Reflexões sobre a cholera-morbus nos animaisbrutos, insertas no Jornal da Sociedade das Ciências Medicas de Lisboa,tomo XII, pág. 206 a 272; Algumas observações sobre a Inquisição, sobre os Cruzados, e outros objectos análogos... em resposta á obra intitulada «Da origem e estabelecimento da Inquisição em Portugal» por Alexandre Herculano, Lisboa, 1856.
https://archive.org/search.php?query=Lavradio&and[]=subject%3A%22genealogy%22

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