• Born - Lisboa, Portugal
  • Deceased 28 March 1644 - São Paulo, São Paulo, Brasil
  • Capitão-mor, Governador

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Transcrevemos aqui o que escreveu Taques sobre a origem desta famâilia"Pedro Vaz de Barros e seu irmao Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos antonio Pedroso de Barros em capitao-mor da capitania de s. vicente e S. Paulo, e o irmäao Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com clausula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitao-morgovernador e tambâem ouvidor o irmäao Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se ve da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse antonio Pedroso na Cãamara de s. vicente em 1607, que estâa registrada no arquivo da cãamara de S. Paulo.Porem, Pedro Vaz de Barros jâa tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas âepocas, pois consta que era capitäao-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Car. da provedoria da fazenda real, e arquivo da cãamara de S. Paulo). Neste arquivo da cãamara de S. Paulo se ve que para se tomarum assento em cãamara sobre a vinda de quatro soldados espanhois de vila Rica do Espirito Santo da provincia do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitäao-mor governador de S. Paulo. (Caderno de vereanðcas tit. 1601)No cartâorio do tabeliäao da vila de s. Vicente se acham uns autos de justificaðcäao de nobilitate probanda, titulo, o capitäao Valentim de Barros, n. 1643, e escriväao deles o tabeliäao Antonio Madeira Salvadores. E tambâem os autos de justificaðcäao do capitäao Fernao Paes de Barros, ano de 1678, escriväao deles o mesmo tabeliäao Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera áa capitania de S. vicente em serviðco da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitao-mor governadordela. Que seu irmäao Antonio Pedroso viera áa vila de s. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma filha de Jeronimo Leitäao, que tinha sido capitäao-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio hâa descendãencia na vila de s. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.

Estes dois irmäaos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direto, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbâitero secular e capeläao que fol de el rei. Este padre Antonio de Barros teve duas irmäas: Helena de Mendonðca e Maria de Mendonðca que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convendo de N.Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que tambâem foram irmäas de Jeronimo Lobo, que, seguindo o real serviðco na milâicia, foram ambos despachados para a âIndia. Destes mesmos foi irmäao frei Jose de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernao Paes deBarros que foram registrados em 1762 na cãamara de Sao Paulo".

Governador da Capitania de Sao Paulo.

Transcrevemos aqui o que escreveu Taques sobre a origem desta família"Pedro Vaz de Barros e seu irmao Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos antonio Pedroso de Barros em capitao-mor da capitania de s. vicente e S. Paulo, e o irmäao Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com clausula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitao-mor governador e tambâem ouvidor o irmäao Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se ve da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse antonio Pedroso na Cãamara de s. vicente em 1607, que estâa registrada no arquivo da cãamara de S. Paulo.Porem, Pedro Vaz de Barros jâa tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas âepocas, pois consta que era capitäao-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Car. da provedoria da fazenda real, e arquivo da cãamara de S. Paulo). Neste arquivo da cãamara de S. Paulo se ve que para se tomar um assento em cãamara sobre a vinda de quatro soldados espanhois de vila Rica do Espirito Santo da provincia do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitäao-mor governador de S. Paulo. (Caderno de vereanðcas tit. 1601)No cartâorio do tabeliäao da vila de s. Vicente se acham uns autos de justificaðcäao de nobilitate probanda, titulo, o capitäao Valentim de Barros, n. 1643, e escriväao deles o tabeliäao Antonio Madeira Salvadores. E tambâem os autos de justificaðcäao do capitäao Fernao Paes de Barros, ano de 1678, escriväao deles o mesmo tabeliäao Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera áa capitania de S. vicente em serviðco da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitao-mor governador dela. Que seu irmäao Antonio Pedroso viera áa vila de s. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma filha de Jeronimo Leitäao, que tinha sido capitäao-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio hâa descendãencia na vila de s. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.

Estes dois irmäaos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direto, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbâitero secular e capeläao que fol de el rei. Este padre Antonio de Barros teve duas irmäas: Helena de Mendonðca e Maria de Mendonðca que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convendo de N.Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que tambâem foram irmäas de Jeronimo Lobo, que, seguindo o real serviðco na milâicia, foram ambos despachados para a âIndia. Destes mesmos foi irmäao frei Jose de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernao Paes deBarros que foram registrados em 1762 na cãamara de Sao Paulo".

Governador da Capitania de Sao Paulo.

Transcrevemos aqui o que escreveu Taques sobre a origem desta família"Pedro Vaz de Barros e seu irmao Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos antonio Pedroso de Barros em capitao-mor da capitania de s. vicente e S. Paulo, e o irmäao Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com clausula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitao-mor governador e tambâem ouvidor o irmäao Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se ve da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse antonio Pedroso na Cãamara de s. vicente em 1607, que estâa registrada no arquivo da cãamara de S. Paulo.Porem, Pedro Vaz de Barros jâa tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas âepocas, pois consta que era capitäao-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Car. da provedoria da fazenda real, e arquivo da cãamara de S. Paulo). Neste arquivo da cãamara de S. Paulo se ve que para se tomar um assento em cãamara sobre a vinda de quatro soldados espanhois de vila Rica do Espirito Santo da provincia do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitäao-mor governador de S. Paulo. (Caderno de vereanðcas tit. 1601)No cartâorio do tabeliäao da vila de s. Vicente se acham uns autos de justificaðcäao de nobilitate probanda, titulo, o capitäao Valentim de Barros, n. 1643, e escriväao deles o tabeliäao Antonio Madeira Salvadores. E tambâem os autos de justificaðcäao do capitäao Fernao Paes de Barros, ano de 1678, escriväao deles o mesmo tabeliäao Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera áa capitania de S. vicente em serviðco da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitao-mor governador dela. Que seu irmäao Antonio Pedroso viera áa vila de s. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma filha de Jeronimo Leitäao, que tinha sido capitäao-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio hâa descendãencia na vila de s. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.

Estes dois irmäaos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direto, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbâitero secular e capeläao que fol de el rei. Este padre Antonio de Barros teve duas irmäas: Helena de Mendonðca e Maria de Mendonðca que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convendo de N.Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que tambâem foram irmäas de Jeronimo Lobo, que, seguindo o real serviðco na milâicia, foram ambos despachados para a âIndia. Destes mesmos foi irmäao frei Jose de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernao Paes deBarros que foram registrados em 1762 na cãamara de Sao Paulo".

Governador da Capitania de Sao Paulo.

Transcrevemos aqui o que escreveu Taques sobre a origem desta família"Pedro Vaz de Barros e seu irmao Antonio Pedroso de Barros foram pessoas de qualificada nobreza e vieram ao Brasil providos antonio Pedroso de Barros em capitao-mor da capitania de s. vicente e S. Paulo, e o irmäao Pedro Vaz de Barros em ouvidor da mesma capitania, com clausula que, falecendo Antonio Pedroso, fosse capitao-mor governador e tambâem ouvidor o irmäao Pedro Vaz, e falecendo este acumulasse Antonio Pedroso os dois cargos, como se ve da carta patente passada em Lisboa em 1605, pela qual tomou posse antonio Pedroso na Cãamara de s. vicente em 1607, que estâa registrada no arquivo da cãamara de S. Paulo.Porem, Pedro Vaz de Barros jâa tinha vindo a S. Paulo muito antes daquelas âepocas, pois consta que era capitäao-mor governador da dita capitania pelos anos de 1602 (Car. da provedoria da fazenda real, e arquivo da cãamara de S. Paulo). Neste arquivo da cãamara de S. Paulo se ve que para se tomar um assento em cãamara sobre a vinda de quatro soldados espanhois de vila Rica do Espirito Santo da provincia do Paraguai, foi neste ato presidente Pedro Vaz de Barros, como capitäao-mor governador de S. Paulo. (Caderno de vereanðcas tit. 1601)No cartâorio do tabeliäao da vila de s. Vicente se acham uns autos de justificaðcäao de nobilitate probanda, titulo, o capitäao Valentim de Barros, n. 1643, e escriväao deles o tabeliäao Antonio Madeira Salvadores. E tambâem os autos de justificaðcäao do capitäao Fernao Paes de Barros, ano de 1678, escriväao deles o mesmo tabeliäao Salvadores. Destes dois autos consta que Pedro Vaz de Barros viera áa capitania de S. vicente em serviðco da coroa, e que, voltando ao reino, tornara a mesma capitania, provido em capitao-mor governador dela. Que seu irmäao Antonio Pedroso viera áa vila de s. Vicente, onde chegara com o tratamento de homem nobre, trazendo criados brancos que o serviam, e casara na dita vila com uma filha de Jeronimo Leitäao, que tinha sido capitäao-mor governador da capitania de S. Vicente, em cuja vila ficara sendo morador dito Antonio Pedroso de Barros. Deste matrimonio hâa descendãencia na vila de s. Vicente, conhecida nos Pedrosos Barros dela.

Estes dois irmäaos Antonio Pedroso e Pedro Vaz (pelos autos referidos) eram naturais do reino do algarve, de onde passaram a ser moradores de Lisboa. Nesta corte tiveram um primo direto, que foi o licenciado Antonio de Barros, presbâitero secular e capeläao que foi de el rei. Este padre Antonio de Barros teve duas irmäas: Helena de Mendonðca e Maria de Mendonðca que foram casadas com pessoas cavalheiras; elas fundaram na vila de Almada o convento de N.Senhora da Piedade, onde se recolheram ditas fundadoras, que tambâem foram irmäas de Jeronimo Lobo, que, seguindo o real serviðco na milâicia, foram ambos despachados para a âIndia. Destes mesmos foi irmäao frei Jose de Jesus Maria, religioso da Cartuxa, como consta dos referidos autos, de que se deu instrumento a Fernao Paes deBarros que foram registrados em 1762 na cãamara de Sao Paulo".

 Sources

  • Individual: Adhemar Damiani - familia damiani 2010 06 14 Web Site
    Árbol genealógico en MyHeritage.com
    Sitio familiar: familia damiani 2010 06 14 Web Site
    Árbol genealógico: damiani2009 (Smart Matching)

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